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Conheça 5 investimentos melhores que a poupança e comece a investir hoje mesmo

Em um estudo realizado em 2018 pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) sobre o comportamento e motivações dos brasileiros quando o assunto é dinheiro, a poupança mostrou que tem cadeira cativa nas economias dos investidores do país, perdendo apenas  para previdência privada (6%), títulos privados (5%), fundos de investimentos (4%), títulos públicos (3%) e ações e moedas estrangeiras (2%). Contudo, nos últimos 2 anos, esse cenário tem mudado e o favoritismo pela caderneta de poupança está cada vez menor.

5 Investimentos melhores que a poupança

Em janeiro de 2020, a poupança teve a maior retirada de recursos já registrada, segundo os dados divulgados pelo Banco Central. Ainda que, tradicionalmente, nessa época do ano um volume maior de saques ocorra, um número tão expressivo tinha sido registrado apenas em janeiro de 2016.

Diante de uma realidade com taxas de juros baixas, parte dos brasileiros querem se adaptar ao novo momento e aproveitar outras oportunidades e instrumentos que o mercado oferece para investir. E o mais importante, preservando seu perfil de risco. Que tal conhecer um pouco mais? Separamos 5 opções melhores que a poupança.

Tesouro Direto

Tão seguro quanto a conta poupança, o tesouro direto atrai cada vez mais investidores brasileiros. Acessível a todos, os títulos públicos carregam vários benefícios, a começar pelos seus rendimentos que são diários e calculados sob juros compostos. E, embora sejam tributados, a alíquota do Imposto de Renda é regressiva. Outro atrativo está na facilidade no resgate. Além disso, eles são divididos em Tesouro Selic, Tesouro IPCA, Tesouro Prefixado. Logo, antes de começar a investir, é fundamental entender sobre cada um e suas particularidades para escolher o que melhor se encaixa em sua realidade e objetivos.

CDB

De fácil acesso aos investidores, os CDB´s (Certificados de Depósito Bancário) são títulos de instituições privadas que, assim como a poupança, têm a garantia do FGC – Fundo Garantidor de Crédito, além de rendimentos mais atrativos, que variam de uma instituição para a outra. Dividem-se em três tipos no que se refere à retorno: prefixados, pós-fixados e híbridos. Normalmente, são atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), mas também podem ser à inflação ou apenas a uma taxa pré-definida. Com relação aos prazos de resgate, existem diversas opções, ficando a cargo do investidor escolher o que melhor lhe atende.

LCI

As Letras de Crédito Imobiliário, mais conhecidas por LCIs, são títulos emitidos por bancos com o objetivo de financiar o setor imobiliário. Até então, são isentas de imposto de renda e também têm a garantia do FGC até o limite de R$ 250.000,00 por CPF e por instituição. Assim como o CDB, a LCI pode ter seu rendimento prefixado, pós-fixado e híbrido. Via de regra, seu  prazo mínimo para resgate (carência) é de 90 dias, determinado por regulação do Conselho Monetário Nacional (CMN). Após esse período, o investidor tem a possibilidade de resgatar antes do vencimento, embora o ideal seja respeitar o prazo. São ativos que, normalmente, tem uma boa aceitação entre os investidores, sobretudo aos mais conservadores.

LCA

Semelhante as LCIs, as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) são títulos de crédito emitidos por instituições financeiras públicas ou privadas (bancos), com o objetivo de obter recursos para financiar o setor agrícola. A principal diferença entre as duas está no destino do dinheiro que é captado. Também são isentas de imposto de renda e contam com a garantia do FGC. Seu prazo mínimo de resgate (carência) é de 90 dias e podem ser tanto prefixadas, pós-fixadas e híbridas. Sua rentabilidade normalmente está atrelada ao CDI, logo quanto maior o período de investimento, maior o percentual do CDI que o banco emissor pagará. Além do benefício fiscal, um dos atrativos desse tipo de investimento está na ausência de taxas de serviços como, por exemplo, taxa de administração.

Letras de Câmbio

Mais um dos integrantes da família dos títulos de renda fixa e que muito se assemelha ao CDB. A principal diferença entre eles está no órgão emissor: o CDB  é emitido por um banco e a LC por financeiras. Recomendada para todo tipo de investidor, em especial aos que desejam um retorno interessante sem fortes emoções, logo mais conservadores. Seu rendimento pode ser atrelado ao CDI ou combinado com uma taxa fixa mais o IPCA. No que se refere a prazo, em média são de 2 anos, contudo fica a cargo do emissor essa decisão. Em geral, são títulos de baixo risco e com a garantia do FGC, assim como os mencionados acima.

Diante de tantas possibilidades, o investidor não precisa ficar dependente da poupança. O novo cenário, de juros baixos e inflação controlada, ao mesmo tempo que exige mais ousadia, proporciona muitas oportunidades. Trata-se de identificar o que melhor se encaixa em seu perfil. Com estes esclarecimentos, onde investir agora?

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