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Internacional
• Bolsas internacionais iniciam semana em queda;
• Ataque às plantas da Aramco, na Arábia Saudita, desencadearam um movimento de aversão ao risco generalizada nos mercados;
• Nos próximos dias, investidores acompanharão o início de mais uma reunião do FOMC, que revela sua decisão de política monetária na 4ªF.

Brasil
• Ibovespa avança na contramão do exterior;
• Ações da Petrobras avançam com alta do petróleo;
• Aéreas tem piores desempenhos do dia.


FECHAMENTO:

Ibovespa: +0,17%; 103.680 pts
Real/Dólar: -0,15%; R$ 4,08
DI Jan/21: -12 bps; 5,26%
S&P 500: -0,31%; 2.997 pts

Fonte: Bloomberg. Obs.: a taxa de câmbio utilizada é a referência da Bloomberg

PRINCIPAIS ALTAS:

CIEL3: R$ 8,10 (+6,02%)
KROT3: R$ 11,22(+4,66%)
PETR3: R$ 31,00 (+4,52%)

PRINCIPAIS BAIXAS:

AZUL4: R$ 47,00 (-8,45%)
GOLL4: R$ 32,05 (-7,77%)
VALE3:R$ 48,59 (-2,41%)


CENÁRIO EXTERNO:

Mercados… A bolsas ao redor do mundo encerraram em queda, reflexo do ataque às plantas da Aramco, na Arábia Saudita, evento que desencadeou um movimento de maior aversão ao risco nos mercados.  Seguindo o episódio, investidores voltaram a apresentar um maior apetite por ativos de segurança, resultando em avanços do dólar (DXY) e do ouro na sessão.  Em função desta ocorrência, autoridades sauditas e americanas já sinalizaram estar tomando providências para auxiliar na retomada da dinâmica de preços.  A despeito disso, tudo indica que o preço do barril seguirá pressionado no curto prazo, e o mercado deverá passar a monitorar mais atentamente o desenvolvimento das tensões no oriente médio.

De olho no FOMC… Nos próximos dias, investidores acompanharão o início de mais uma reunião do FOMC, que revela sua decisão de política monetária na 4ªF. As apostas do mercado seguem apontando para um novo corte de 25 pontos base (0,25 p.p), apesar da divulgação de uma série de indicadores econômicos robustos na semana passada. Os acontecimentos deste fim de semana no Golfo Persa, acompanhados da divulgação de dados de atividade fracos na China (falamos disso no Mercados Hoje), corroboraram para o cenário de mais um corte, uma vez que os ataques na Arábia Saudita foram recebidos mais como uma nova ameaça ao crescimento da economia mundial do que como um catalisador para inflação.


BRASIL:

Mercados… O Ibovespa fechou a sessão desta 2ªF com leve alta, na contramão das principais bolsas internacionais. A valorização do índice foi liderada pelos papéis da Petrobras (PETR3 e PETR4) que se beneficiaram do salto expressivo do preço do petróleo no dia. O dólar, que chegou o a operar acima dos R$ 4,10, reverteu o movimento e fechou próximo dos R$ 4,08 (queda de 0,2%). O movimento do dólar refletiu a visão de que os ataques na Arábia Saudita têm um efeito potencial mais expressivo sobre a perspectiva de crescimento global do que sobre a inflação, reforçando apostas em novos cortes após as reuniões do Fed e do Copom.

Petrobrás… Os acontecimentos no cenário externo, como mencionados acima, acabaram por beneficiar petrolíferas que não estão expostas ao mesmo risco geopolítico que os ativos árabes, justamente o caso da Petrobras. Desta forma, a atual conjuntura internacional cria terreno fértil para a capitalização da maior estatal do país. Parte desta capitalização, se dará via os leilões da cessão onerosa do pré-sal, que estão previstos para terem início nos meses de outubro e novembro ainda neste ano.

Aéreas… Por outro lado, o choque no preço do petróleo acabou afetando negativamente as ações das empresas no setor de aviação, uma vez que estas têm grande parte de seus custos diretamente correlacionados com variações no preço internacional da commodity. Como resultado disso, os papéis de Gol (GOLL4) e Azul (AZUL4) registraram os piores desempenhos do dia.

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Renda Variável*


Luis Gustavo Pereira – CNPI
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Luis Gustavo Pereira Luis Gustavo Pereira

Estrategista

Graduado em Administração de Empresas pela ESPM, com pós-graduação em Economia e Setor Financeiro pela USP e MBA em Finanças pelo INSPER. Tem mais de 8 anos de experiência no mercado financeiro. Atualmente, é o estrategista da Guide Investimentos.

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