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Internacional
• Bolsas internacionais encerraram semana com viés levemente positivo;
• Novos desenvolvimentos envolvendo China e Estados Unidos mantém otimismo em torno do tema;
• Investidores aguardam decisão de política monetária do FOMC na 5ªF que vem (18/09);

Brasil
• Mercado interno teve desenvolvimento positivo nesta semana;
• Copom anuncia decisão da taxa de juros na próxima 4ªF;
• Enterro da CPMF ajuda na tramitação da reforma tributária.


FECHAMENTO:

Ibovespa: -0,83%; 103.509 pts
Real/Dólar: +0,57%; R$ 4,08
DI Jan/21: +1 bps; 5,35%
S&P 500: -0,07%; 3.007 pts

Fonte: Bloomberg. Obs.: a taxa de câmbio utilizada é a referência da Bloomberg

PRINCIPAIS ALTAS:

MRFG3: R$ 9,59 (+6,44%)
WEGE3: R$23,72 (+2,91%)
JBSS3: R$ 29,83 (+2,51%)

PRINCIPAIS BAIXAS:

KROT3: R$ 10,72 (-3,68%)
RENT3: R$ 43,84 (-3,54%)
MULT3:R$ 25,95 (-3,39%)


CENÁRIO EXTERNO:

Mercados… Os mercados internacionais encerraram a semana com viés levemente positivo. Na Europa, bolsas fecharam em alta, com destaque para os bancos, que conseguiram recompor as perdas sofridas na 5ªF. O motivo da recuperação foi a estratégia do ECB, que decidiu criar um esquema de “camadas duplas”, onde uma parte dos depósitos compulsórios não ficam sujeitos às taxas negativas. Paralelamente, a China anunciou que não irá impor novas tarifas de importação sobre produtos agrícolas como soja e carne suína advindos dos EUA. A medida foi mais uma demonstração de boa vontade por parte dos chineses, apenas semanas antes da próxima rodada de negociações. Apesar do novo gesto por parte dos chineses, bolsas de NY encerraram mistas, com investidores aguardando a decisão do FOMC na próxima semana.


BRASIL:

Mercados… O índice IBOVESPA operou em queda nesta 6ªF. Na semana, porém, verificou-se uma valorização de 0.6% no índice. Boa parte deste movimento se deu pela dinâmica positiva dos mercados externos, além da melhora nos setores de serviços e varejo, puxados pelo crescimento do consumo e do crédito. Na próxima semana, o foco do mercado se vira para a reunião do Copom. A expectativa é uma redução de 0,5 ponto percentual, já que o nível de atividade tem apresentado um crescimento ainda gradual, sem a presença de pressões inflacionárias relevantes.

CPMF… Após a demissão de Cintra e consequente enterro da volta do CPMF, todavia restam dúvidas sobre quais serão as medidas para desonerar a folha de pagamento. O ministro da Economia, Paulo Guedes, ordenou a iniciação de estudos sobre o tema. De qualquer forma, deixar de lado a volta do CPMF parece ter sido uma boa decisão, uma vez que ajudou a dar continuidade para a tramitação da reforma tributária no Congresso. Vamos acompanhar…

Frigoríficos… Apesar do dia negativo para a bolsa, as ações do setor de frigoríficos apresentaram desempenho positivo. O Marfrig liderou os ganhos da sessão com a expectativa de ampliação do acordo com o Burger King para a venda do seu hambúrguer vegetal nas operações internacionais da rede de fast-food, de acordo com fontes, negociações já estão em andamento, inclusive para uma atuação no mercado americano. Outro destaque, as ações da JBS subiram com a expectativa de uma suspensão das tarifas de importação impostas pela China sobre a carne suína e produtos agrícolas dos EUA. A JBS possui grande parte da sua produção nos EUA e tende a se beneficiar com a medida, aumentando o volume de exportações para China.

Papel & Celulose.. Um destaque positivo da semana foram as ações do setor de papel e celulose. No acumulado da semana, as ações de Suzano e Klabin acumulam ganhos de 14,5% e 1,5%, respectivamente. Em meio ao cenário ainda adverso para o setor, com estoques de celulose em níveis historicamente altos na China e cotação da commodity pressionada negativamente, as ações do setor tiveram desempenho positivo em função ao arrefecimento das tensões comerciais globais e manutenção do dólar acima dos R$ 4,00. Com isso, as ações reduziram parte das perdas no ano, mas ainda acumulam desvalorização de 11,5% no caso de Suzano e de 1% para a Klabin.

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Luis Gustavo Pereira Luis Gustavo Pereira

Estrategista

Graduado em Administração de Empresas pela ESPM, com pós-graduação em Economia e Setor Financeiro pela USP e MBA em Finanças pelo INSPER. Tem mais de 8 anos de experiência no mercado financeiro. Atualmente, é o estrategista da Guide Investimentos.

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