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Internacional 
• Bolsas globais iniciam a semana em tom mais positivo;
• Confiança do investidor europeu sofre deterioração em fevereiro.

Brasil 
• Ibovespa opera e queda e volta a ser negociado em torno dos 112 mil pontos;
• Real continua sob pressão;
• Ata do Copom é destaque na agenda de amanhã.


FECHAMENTO:

Ibovespa:112.570 (-1,05%)
BR$/US$: 4,32 (+0,20%)
DI Jan/21: 6,46% (-9 bps)
S&P 500: 3.352 (+0,73%)

Fonte: Bloomberg. Obs.: a taxa de câmbio utilizada é a referência da Bloomberg

PRINCIPAIS ALTAS:

ITSA4: R$ 13,05 (+2,03%)
ITUB4: R$ 34,28 (+1,69%)
SANB11: R$ 42,61 (+1,45%)

PRINCIPAIS BAIXAS:

IRBR3: R$ 33,01 (-16,49%)
MRFG3: R$ 10,32 (-6,94%)
CVCB3: R$ 32,89 (-6,03%)


CENÁRIO EXTERNO:

Mercados… Mercados contrariaram os movimentos das sexta-feira passada e operaram em alta ao longo do pregão. De qualquer forma, a disseminação do novo coronavírus (nCov-2019) segue proporcionando corridas a ativos de segurança como o dólar e títulos americanos. As taxas dos T-Bills, como são conhecidos estes títulos, operaram em queda ao longo do pregão (refletindo a alta de preço causado pela alta de demanda pelos mesmos), reagindo ao fato de que o vírus já matou mais pessoas do que seu primo (SARS) e infectou mais de 40 mil. Ao todo, o STOXX 600, assim como o S&P500, encerram o dia em território verde.

Economia europeia… Em um dia fraco de indicadores econômicos, o destaque ficou com o indicador de confiança do investidor. Tanto as expectativas com relação a situação atual como com relação às expectativas futuras sofreram uma deterioração em fevereiro. A piora na visão dos investidores, por ser coletada ao longo da primeira semana de fevereiro, já captura os impactos negativos que o nCov-2019 imprimiu sobre as perspectivas dos investidores. Além disto, repercute a recente piora e reversão de expectativas sobre uma melhora da produção industrial alemã. Recapitulando: a produção industrial da maior economia do Euro despencou 3,5% na margem em dezembro.

 


BRASIL:

Mercados… O Ibovespa deu sequência aos movimentos de teor negativo e continuou acumulando perdas. Caiu mais de 1% ao longo do pregão e voltou a ser negociado em torno dos 112 mil pontos; limiar que não se verificada desde dezembro do ano passado. No mercado cambial, o real continuou cedendo terreno ao dólar, ainda influenciado pelo corte de juros na semana passada e pela corrida a ativos de segurança que a disseminação do vírus está causando. No mercado de juros, as taxas ficaram estáveis ao longo dos vértices curtos e médios, mas fecharam nos longos, repercutindo, também, uma maior demanda por títulos locais. O CDS de cinco anos, ainda sem driver específico no front fiscal, continuou operando em torno dos 100 pontos base.

No radar… Amanhã, investidores se atentarão para a divulgação da Ata do Copom – documento que explicita o racional por traz da última decisão de política monetária do BCB. Na ata, o Banco deve reiterar o balanço de riscos: enquanto a alta ociosidade pressiona a inflação para baixo, o atual estado dos estímulos monetários, em um momento de transformação financeira que eleva a potência da política monetária, a pressionam para cima. Este risco, por sua vez, eleva-se caso (i) as reformas fiscais se encontrem num impasse e/ou (ii) o cenário externo sofra deterioração relevante. Além disto, algum comentário sobre como a disseminação do coronavirus pode pressionar o crescimento econômico via o canal das exportações também deve estar presente. Por último, o Comitê deve, também, reiterar o fim do ciclo de afrouxamento monetário, mas deve reforçar sua dependência no fluxo de dados para pautar as próximas decisões de política monetária.

Itausa… O papel foi o destaque positivo do pregão nessa 2ªF. Diante das expectativas de divulgação de resultados positivos de Itaú no fechamento do mercado, investidores se anteciparam e montaram posição no papel. Além disso, dada a incerteza de crescimento global, investidores tem preferido se posicionar em papéis mais consolidados e defensivos, o que também beneficia a empresa.

IRB… Após nova carta divulgada por um fundo de investimento, questionando o real valor do papel dadas práticas contábeis diferentes realizadas pela empresa, a IRB sofreu mais uma forte queda. O call realizado pela empresa não foi suficiente para que os investidores revertessem sua posição vendida no papel.

Contatos

Renda Variável*


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